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quarta-feira, 18 maio 2022

Semana Santa em Congonhas este ano será presencial depois de 2 anos

A Semana Santa em Congonhas, que nos últimos dois anos foi transmitida pela internet em formato de minissérie, voltará a ser presencial neste ano, confirmou a administração municipal. A programação contará com missas, Via Sacra, procissões, ritos tradicionais e encenações teatrais no adro das igrejas e no Santuário do Senhor Bom Jesus do Matosinhos.

No ano passado, gravar vídeos com passagens da vida de Jesus e colocá-los no Youtube foi a solução encontrada pelos organizadores da festa religiosa para driblar a pandemia e ficar próximo dos fiéis. Os episódios eram encenados por atores de grupos de teatro locais.

De volta ao presencial, o cenário para a encenaçãp “Paixão de Cristo Segundo Congonhas” não poderia ser mais eloquente e grandioso para fiéis e visitantes: o Santuário do Senhor Bom Jesus do Matosinhos e seus profetas em pedra-sabão esculpidos pelo mestre Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho.

As encenações começam no Domingo de Ramos, quando se comemora a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, e se estendem até o Domingo da Ressurreição, tendo como ponto alto a Sexta-Feira da Paixão, com o Descendimento da Cruz e a procissão do Enterro.

“Nós começamos os ensaios em janeiro. Como os atores se repetem quase todos os anos, fazemos apenas pequenas alterações no texto”, conta José Félix Junqueira, mais conhecido como Zezeca, do grupo de teatro Dez Pras Oito, responsável pela direção das encenações.

Réplicas de Aleijadinho

No figurino, o destaque são as réplicas das esculturas dos profetas de Aleijadinho, que já desfilaram na escola Estação Primeira de Mangueira, em 2005. “Na Semana Santa, temos peças com mais de 50 anos, além do figurino que retrata obras do Aleijadinho, com as cores usadas no barroco mineiro”, conta.

Zezeca define a encenação mineira como “pioneira”, mais antiga até do que a “Paixão de Cristo”, teatralizada em Nova Jerusalém. De Adão e Eva a Jesus Cristo, do Antigo ao Novo Testamento, todas as passagens da “Bíblia” marcantes são encenadas no adro das igrejas.

Por causa do sucesso da minissérie, ainda estão sendo gravadas neste ano passagens que reproduzem as cenas retratadas nas capelas dos Passos. Elas estarão disponíveis no YouTube a partir de 1º de abril. “É quase uma encenação simultânea com a Semana Santa”, ressalta Zezeca.

Ator da Record

Para a encenação deste ano, Zezeca confidencia que consultou atores globais. Para o elenco presencial convidou o ator Amaury Lorenzo, natural de Congonhas e que participou das novelas “Amor Sem Igual” e “Gênesis”, na Record, e “A Dona do Pedaço” e “Bom Sucesso”, na Globo.

Quem viajar para a Semana Santa tem ainda a oportunidade de visitar o Museu de Congonhas e conhecer um pouco mais sobre o barroco mineiro e as etapas da construção do santuário, tombado pelo Iphan em 1939 e pela Unesco em 1985.

O museu reúne uma sala de lendas e milagres e outra com exposição dedicada à colecionadora de arte sacra Márcia de Moura Castro. Até o fechamento desta matéria, a coordenadora do museu, Lourdes Maria, disse que não tinha fechado a agenda do espaço para a Semana Santa.

A Semana Santa em Congonhas, que nos últimos dois anos foi transmitida pela internet em formato de minissérie, voltará a ser presencial neste ano, confirmou a administração municipal. A programação contará com missas, Via Sacra, procissões, ritos tradicionais e encenações teatrais no adro das igrejas e no Santuário do Senhor Bom Jesus do Matosinhos.

No ano passado, gravar vídeos com passagens da vida de Jesus e colocá-los no Youtube foi a solução encontrada pelos organizadores da festa religiosa para driblar a pandemia e ficar próximo dos fiéis. Os episódios eram encenados por atores de grupos de teatro locais.

De volta ao presencial, o cenário para a encenaçãp “Paixão de Cristo Segundo Congonhas” não poderia ser mais eloquente e grandioso para fiéis e visitantes: o Santuário do Senhor Bom Jesus do Matosinhos e seus profetas em pedra-sabão esculpidos pelo mestre Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho.

As encenações começam no Domingo de Ramos, quando se comemora a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, e se estendem até o Domingo da Ressurreição, tendo como ponto alto a Sexta-Feira da Paixão, com o Descendimento da Cruz e a procissão do Enterro.

“Nós começamos os ensaios em janeiro. Como os atores se repetem quase todos os anos, fazemos apenas pequenas alterações no texto”, conta José Félix Junqueira, mais conhecido como Zezeca, do grupo de teatro Dez Pras Oito, responsável pela direção das encenações.

Réplicas de Aleijadinho

No figurino, o destaque são as réplicas das esculturas dos profetas de Aleijadinho, que já desfilaram na escola Estação Primeira de Mangueira, em 2005. “Na Semana Santa, temos peças com mais de 50 anos, além do figurino que retrata obras do Aleijadinho, com as cores usadas no barroco mineiro”, conta.

Zezeca define a encenação mineira como “pioneira”, mais antiga até do que a “Paixão de Cristo”, teatralizada em Nova Jerusalém. De Adão e Eva a Jesus Cristo, do Antigo ao Novo Testamento, todas as passagens da “Bíblia” marcantes são encenadas no adro das igrejas.

Por causa do sucesso da minissérie, ainda estão sendo gravadas neste ano passagens que reproduzem as cenas retratadas nas capelas dos Passos. Elas estarão disponíveis no YouTube a partir de 1º de abril. “É quase uma encenação simultânea com a Semana Santa”, ressalta Zezeca.

Ator da Record

Para a encenação deste ano, Zezeca confidencia que consultou atores globais. Para o elenco presencial convidou o ator Amaury Lorenzo, natural de Congonhas e que participou das novelas “Amor Sem Igual” e “Gênesis”, na Record, e “A Dona do Pedaço” e “Bom Sucesso”, na Globo.

Quem viajar para a Semana Santa tem ainda a oportunidade de visitar o Museu de Congonhas e conhecer um pouco mais sobre o barroco mineiro e as etapas da construção do santuário, tombado pelo Iphan em 1939 e pela Unesco em 1985.

O museu reúne uma sala de lendas e milagres e outra com exposição dedicada à colecionadora de arte sacra Márcia de Moura Castro. Até o fechamento desta matéria, a coordenadora do museu, Lourdes Maria, disse que não tinha fechado a agenda do espaço para a Semana Santa.(O TEMPO)

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