NOTA À IMPRENSA
Trata-se de uma decisão judicial que não é definitiva e contra a qual caberá o devido recurso. Recebo a informação com a tranquilidade de quem confia na Justiça Eleitoral, que, por certo, não dará, ao final, o tratamento desigual a suplentes ou titulares de uma cadeira parlamentar. Afinal, houve a respectiva diplomação perante o Tribunal Regional Eleitoral e a troca de partido alegada ocorreu em plena janela legal partidária permitida para detentores de mandato, e por óbvio, também para os respectivos suplentes. Aguardarei o desfecho processual com a serenidade necessária de quem confia que a Justiça não dará tratamento desigual aos iguais.
Glaycon Franco
Deputado Federal

